Emma Stone e o convite mais inesperado de formatura que você já viu

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Um garoto norte-americano, Jacob Staudenmaier, de Phoenix, Arizona, vai se formar em breve e decidiu convidar ninguém menos do que a atriz Emma Stone para o baile de formatura. Isso sim é que é ter atitude pra conquistar a crush, hahah. Para ter certeza que o convite iria chegar até ela, o formando resolveu inovar e produziu um vídeo que viralizou na internet, com mais de 1 milhão de visualizações. Ele recriou a primeira cena de La La Land – Cantando Estações (filme que concedeu a Emma o Oscar de melhor atriz), em que os atores cantam e dançam entre os carros, trocando os versos da música Another Day of Sun por outros, relacionados à formatura.

Em uma entrevista para o programa Good Morning America, Jacob afirmou que o vídeo de fato chegou à Emma, que fez questão de responder.

“Jacob, obrigada por fazer o melhor convite de formatura que já recebi. Não posso dizer o quão honrada estou e o quanto eu sorri enquanto assistia ao vídeo, que está muito bonito e bem orquestrado. Estou trabalhando em Londres no momento, mas espero que você tenha uma ótima formatura. Fico muito grata que você tenha pensado em mim. Obrigada! PS: Eu vejo Gosling em seus olhos”, teria respondido a estrela.

O garoto também revelou, que no final das contas, irá sozinho à formatura, mas garante que irá se divertir muito ao lado dos seus amigos. Aproveita bem muito, Jacob!

Millie: 13 anos e exausta

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Em 2016 a Netflix acertou em cheio ao lançar a série Stranger Things. Já esperamos ansiosamente o lançamento da segunda temporada. Sucesso imediato, chamou atenção pelas suas referências aos grandes sucessos dos anos 80 e a sua trilha sonora maravilhosa. Mas, é claro, o que realmente nos conquistou foi o elenco juvenil.

Quem não é apaixonada por Dustin? Ou quem não adora o jeito corajoso de Eleven? Todos amam Eleven. E quem não ama Millie?

Millie Bobby Brown, a atriz que interpreta a personagem, tem apenas 13 anos, mas, assim como Eleven, já carrega muito estilo e talento por aí. A garota promete, e a mídia logo percebeu isso. Millie começou o sucesso nas redes sociais, onde postou o vídeo raspando a cabeça para interpretar El, depois mandando um rap com seus colegas de elenco, e, claro, começou a marcar cada vez mais presença no tapete vermelho. Depois, vieram as campanhas para grandes marcas do mundo da moda, e depois capas de revistas. Sempre vestida de uma forma muito mais madura. Esqueceram que a garota só tinha 13 anos. Mas ela não.

Em meio a tantos compromissos, a garota ficou exausta. 13 anos e já está exausta. No dia 26 do mês de março desse ano a garota cancelou seu compromisso na Collective Con, e pediu desculpas aos fãs através das redes sociais. Uma foto dela, deitada na cama e com olheiras profundas, acompanhada da legenda: “Acho que trabalhei demais e preciso descansar, pois tive longas filmagens, e ainda estou rodando ‘Stranger Things’”.

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Sabemos que muitos atores que começaram sua carreira muito cedo já alertaram sobre os perigos. Não é de hoje que vimos muitas celebridades mirins expostas a um mundo adulto e entrando em colapso. Mary-Kate Olsen, em 2010, comparou seu trabalho na série Full House, que começou a participar ainda quando bebê, com a de macacos adestrados. Dakota Fanning definiu a fama na infância como algo “nada normal”. Essas, no entanto, não chegaram a se perder nas drogas, como Drew Barrymore. A atriz chegou a dar a volta por cima e é tão amada agora como foi quando criança, mas já afirmou que foi “institucionalizada” quando criança.

Millie merece seguir uma carreira muito bem sucedida. Sabemos que a garota é talentosa, ela merece. Mas, não podemos esquecer que ela é uma criança, e também merece ter uma vida normal. Deve continuar seguindo com seus trabalhos, claro, mas sem sobrecarregar uma menina de 13 anos que hora ou outra pode entrar em um colapso muito mais sério. Vamos protegê-la, para que, assim possamos vê-la em outros filmes, séries, eventos e capas de revista, sempre saudável. Sempre feliz, aproveitando sua infância.

Novo vício: Big Little Lies

A nova minisérie da HBO, baseada na obra da escritora Liane Moriarty, conta a história de um assassinato em uma aparente perfeita comunidade, Monterey, na Califórnia. Nesta cidade, o crime pode ser fruto de uma rivalidade entre 3 mães. Produzida pela HBO, as expectativas não podem ser baixas, e, como sempre, não deixa a desejar. Com uma forte narrativa sobre violência, o roteiro mescla depoimentos de testemunhas com flashbacks para contextualizar tudo que ocorreu antes do crime.

Ao longo dos episódios vamos conhecendo cada vez mais sobre essas mulheres que aparentam ter uma vida perfeita, mas escondem segredos e sofrimentos. Madeleine, interpretada por Reese Whiterspoon, é aquela que precisa saber da vida de todos, mas por trás disso esconde os problemas de relacionamentos com o ex-marido, sua filha mais velha e o atual marido. Já Jane (Shailene Woodley) é uma jovem recém-chegada a Monterrey. Mãe solteira que logo no primeiro dia de aula do seu filho tem que enfrentar acusações de que ele estaria fazendo bullying com uma das colegas, filha da competitiva e milionária Renata. Celeste, interpretada pela maravilhosa Nicole Kidman, é a mãe dos gêmeos e esposa dedicada que abandonou sua carreira, amigos e família para se casar com o seu marido mais jovem, Perry. A dor de cada uma é sentida por nós, espectadores. O episódio final é chocante, doloroso e necessário. Sem spoilers. Vale muito a pena assistir.

Kendall Jenner e a polêmica que pode balançar sua carreira

Kendall Jenner, a modelo mais seguida no Instagram (a garota acumula mais de 78 milhões de seguidores) se meteu em uma polêmica essa semana, envolvendo a nova campanha da Pepsi, na qual foi protagonista. Foi só o comercial ser lançado que as redes sociais começaram a ferver. Há tanta coisa errada na campanha, que fica até difícil enumerar. Então, primeiro mostro à vocês, depois, vamos discutir um pouco sobre isso.

Sabemos que a marca de refrigerante não é a primeira em se envolver com assuntos políticos para fazer dinheiro através de engajamentos vazios. Na moda, por exemplo, é muito discutido se de fato há uma valorização da diversidade e do empoderamento feminino, ou se é apenas um golpe de marketing. As camisetas com os slogans “We should all be feminists” da Dior, é a prova viva disso. “A tendência pode chamar a atenção sobre as mensagens ativistas, mas também pode diluir, mudar e distrair da própria causa, afastando os espectadores do duro trabalho da ação política e da organização civil, aproximando-os mais deste conforto fácil do consumidor”, afirma Amanda Hess, na sua reportagem “A resistência de Trump será comercializada”.

E foi isso que fez a Pepsi. Eles transformaram protestos políticos, que têm um significado muito importante, por ser desafiador, em um desfile de gente bonita e sorrindo. Se isso já é ruim, ficou pior ainda quando a Pepsi apropriou-se de imagens políticas marcantes na história do mundo, com um peso muito grande para simplesmente serem retiradas do seu contexto e serem jogadas em um comercial. O momento mais notável é quando Kendall saí do público carregando uma latinha de Pepsi e entrega ao policial. E ele sorri. Fim do conflito. Simples assim. Ata. A ideia, ficou claro, foi fazer uma referência à cena dos protestos pela morte de mais um jovem negro pela polícia norte-americana, em Baton Rouge. A foto original simboliza perfeitamente os protestos dos movimentos Black Lives Matter e captou o momento em que uma protestante, Ieshia Evans, vai até a polícia calmamente e é confrontada por 3 policiais. A foto, feita ano passado, foi dita como lendária e carrega um significado que há muito tempo vem fazendo parte de protestos ao longo da história, como a imagem clássica, batizada de Flower Power, em um protesto em 1967 contra a guerra do Vietnã, na qual manifestantes colocam flores nas armas dos soldados.

Até mesmo a filha de Martin Luther King, Bernice King, tuitou sobre o ocorrido usando a foto de seu pai enfrentando a polícia, com a frase “Se papai soubesse então do poder de uma #Pepsi”. E as frases ironizando o comercial e o papel de Kendall Jenner nele, não param por aí. As pessoas estão fazendo tanta piada, que, aparentemente, a mãe da modelo, Kris Jenner, está preocupada com o que isso pode causar na carreira da garota.

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Quando a Pepsi anunciou a retirada da campanha das suas redes sociais, guardou a última frase para se desculpar com a modelo por “a ter posto nessa situação”. Ata. Como se a menina de 21, que, por sinal, ganhou milhares para fazer esse comercial, não fizesse ideia do que estava acontecendo. A colunista da The Guardian, ironizou: “Em que horrível posição ficou Kendall depois de aceitar embolsar alguns milhões de dólares (sem especificar) para participar de um anúncio da Pepsi cujo conceito inicial ela mesma aprovara”. Vamos deixar bem claro aqui que Kendall Jenner é um ser humano adulto com consciência das imagens que divulga em seu trabalho, que é sempre avaliado e analisado pela sua assessoria antes de fazer parte de qualquer campanha publicitária.

Ela é, na verdade, o retrato do grupo de pessoas que usa o feminismo (ou qualquer outro movimento em questão) quando lhe convém. Não vimos Kendall Jenner na Marcha das Mulheres, protesto que lotou as ruas dos Estados Unidos e do mundo após Trump assumir a presidência. Mas vimos seu post no Instagram com uma foto de um cartaz. A menina tem que ser arrastada para dentro da polêmica sim. Porque, sinceramente, não é possível que essas garotas topem trabalho sem questionar se há algo de errado no que estão retratando ali. Botar a cabeça pra pensar é sempre necessário.

 

 

 

O trailer da série ‘Girlboss’ já lançou, e você vai adorar!

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Se você é um fã do filme O Diabo Veste Prada e sente falta de uma série com moda como plano de fundo, pode comemorar, porque a comédia Girlboss, produzida pela Netflix, está chegando. A plataforma de streaming lançou, nessa segunda-feira (3), o primeiro trailer da série baseada no best-seller de Sophia Amoruso, contando os primeiros passos da empresária no mundo da moda.

Sophia é a criadora da Nasty Gal, fast-fashion conhecida mundialmente. Há menos de 1 ano atrás a marca declarou falência e teve todas as suas lojas fechadas, mas a venda continua na plataforma online.

A empresária é uma das produtoras da série, que será lançada no dia 21 desse mês, com 13 episódios, cerca de 30 minutos cada.

 

Ansiosos? ❤

 

 

Novo vício: 13 reasons why

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A nova série da Netflix, produzida pela cantora Selena Gomez, é baseada em um livro de Jay Asher, que leva o leitor a uma retrospectiva as razões que levaram a adolescente Hannah Baker ao suicídio. Hannah era uma aluna novata que, na tentativa de fazer amigos na sua nova escola, acaba sofrendo bullying, preconceito e machismo, três conceitos muito conhecidos e disseminados na nossa sociedade.

A história é contada em 13 episódios, cada um relacionado a uma pessoa que tornou-se o motivo da garota tirar a própria vida. A trama principal da série é ao redor da experiência pessoal de Hannah, a forma como cada envolvido lida com a culpa, a omissão escolar, e a situação de desespero e desconhecimento dos pais.

Inicialmente, a ideia é de que a série é apenas uma produção adolescente, mas, ao longo dos episódios, enquanto Hannah narra os motivos pessoais para o seu suicídio, o seriado vai abordando o campo psicológico de uma forma cada vez mais profunda.

Logo no primeiro episódio, a garota já retrata uma situação de machismo em que passa no colégio. Uma foto tirada do contexto a faz virar alvo de piadas constrangedoras e desrespeitosas. A vida sexual da menina vira tópico de conversa entre os estudantes, os garotos a tratam como um objeto, e fica cada vez mais difícil conviver naquele ambiente. Situações de machismo são abordadas em todas os episódios e os traumas vividos pela garota tornam-se cada vez mais difíceis de serem superados.

A série aborda assuntos tabus na nossa sociedade de uma forma crua e verdadeira, estimulando uma reflexão sobre os efeitos da nossa sociedade atual sobre os adolescentes, principalmente mulheres.

Meus looks no Lollapalooza

Esse ano fui pela primeira vez ao Lollapalooza. Dessa vez, o festival aconteceu no final de semana dos dias 26 e 27 e contou com atrações sensacionais, como Cage and the Elephant, The XX, Two Door Cinema Club, Vance Joy, The Strokes e 1975. Esses foram os que conferi nesses dois dias, e posso dizer que foram maravilhosos. Também não posso deixar de falar da estrutura do lugar, gigantesco com tudo muito bem organizado. O Lolla rola todo ano no Autodrómo de Interlagos, e conta até com um mini parque de diversões, lugar pra você fazer umas comprinhas (tinha até um espaço da Farm esse ano!) e até mesmo tatuagem! Dá pra você assistir aos shows bem do alto, fiz isso em The XX e a vibe foi incrível! Mas cuidado, não sabia que ia ficar tão frio e tive que me cobrir com a canga, haha. Levem sempre um casaquinho!

Agora, falando de roupa! O pessoal se monta muito lá, e eu não sei o que paulistano tem, talvez seja coisa de cidade muito grande, mas o pessoal coloca roupas super básicas e ficam charmosissímas! Como todo ano dou uma fuxicada pra conferir o que todo mundo usou, já sabia mais ou menos que o pessoal é bem animado nessa parte de produção, e não quis ficar pra trás, né bbs hehe :))

Saquem ai e me digam o que vocês acharam das roupas! Beijos de luz ❤

A maior descabelada que vocês respeitam, hahah

Day 1:

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O kimono é Farm, a bolsa é Michael Kors, o óculos é Fendi e o batom é Mac, High Drama.

Day 2:

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O óculos e o kimono/vestido são Farm e o batom é Mac, Matte Royal.